
É uma narrativa criada pela autora: Carolina Antunes, para qualquer idade, Alegria é narrada em linguagem formal – padrão. Entre a vidinha miúda da comunidade, os anseios familiares e os desejos que movem o ser humano, a narradora traça seus caminhos, valendo – se da escola e da literatura.
A menina narradora acorda para a vida, de seus encantos e desencantos, e como toda criança, gosta de se interagir à vida dos adultos, experimentando colocar em prática os trajes da vida de adulto. A rua é um lugar de descobertas para a menina, a fome da família pobre, desmascarando a desigualdade social, o incesto entre irmão e irmã, evidenciando a lei que instaura a cultura, o crime e o castigo.
A narrativa termina com uma citação explicitamente página 99/100, à Minha vida de menina, de Helena Morley, esse clássico da literatura brasileira, evidenciando o jogo entre o ler e o escrever.
A menina narradora acorda para a vida, de seus encantos e desencantos, e como toda criança, gosta de se interagir à vida dos adultos, experimentando colocar em prática os trajes da vida de adulto. A rua é um lugar de descobertas para a menina, a fome da família pobre, desmascarando a desigualdade social, o incesto entre irmão e irmã, evidenciando a lei que instaura a cultura, o crime e o castigo.
A narrativa termina com uma citação explicitamente página 99/100, à Minha vida de menina, de Helena Morley, esse clássico da literatura brasileira, evidenciando o jogo entre o ler e o escrever.
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