
Hercule Poirot é o detetive da vez. Após receber um telegrama na recepção do hotel em que está hospedado na Turquia, Poirot tem que voltar às pressas para Londres. Por isso, viu-se obrigado a embarcar no Expresso Oriente, que está estranhamente cheio nessa época do ano.
Para piorar a situação, uma forte nevasca faz com que o Expresso fique parado no meio do caminho na Iugoslávia. Obrigando a todos os passageiros a permanecerem presos dentro trem por tempo indeterminado. Mas se a situação já estava ruim com toda nunca caindo lá fora, o que dizer então, quando um dos passageiros é brutalmente assassinado bem embaixo do nariz de um dos mais aclamados detetives das Forças Britânicas?
Doze suspeitos no total. E no clássico “ninguém entra, ninguém sai”, Poirot se voluntaria para resolver esse caso extremamente complicado, antes que uma nova vítima seja feita, ou que o assassino consiga escapar. E é com deduções plausíveis a partir de elementos simples, que o detetive começa essa busca implacável pelo criminoso. (Ou criminosos, né?! Vai que…)
Mais uma vez Agatha Christie surpreende. A narrativa deve ser singular. E cheio de detalhes, que vez ou outra faz com que o leitor seja obrigado a voltar uma ou duas páginas para se lembrar do que está conectado. E antes que isso seja como uma crítica negativa, deixamos claro, que na verdade, o ir e vir das páginas faz com que nós, junto a Poirot sejamos detetives também
Para piorar a situação, uma forte nevasca faz com que o Expresso fique parado no meio do caminho na Iugoslávia. Obrigando a todos os passageiros a permanecerem presos dentro trem por tempo indeterminado. Mas se a situação já estava ruim com toda nunca caindo lá fora, o que dizer então, quando um dos passageiros é brutalmente assassinado bem embaixo do nariz de um dos mais aclamados detetives das Forças Britânicas?
Doze suspeitos no total. E no clássico “ninguém entra, ninguém sai”, Poirot se voluntaria para resolver esse caso extremamente complicado, antes que uma nova vítima seja feita, ou que o assassino consiga escapar. E é com deduções plausíveis a partir de elementos simples, que o detetive começa essa busca implacável pelo criminoso. (Ou criminosos, né?! Vai que…)
Mais uma vez Agatha Christie surpreende. A narrativa deve ser singular. E cheio de detalhes, que vez ou outra faz com que o leitor seja obrigado a voltar uma ou duas páginas para se lembrar do que está conectado. E antes que isso seja como uma crítica negativa, deixamos claro, que na verdade, o ir e vir das páginas faz com que nós, junto a Poirot sejamos detetives também
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